Como a gestão estratégica de mix e estoque é essencial para o crescimento no mercado óptico
O mercado óptico brasileiro vive uma transformação estrutural em sua dinâmica de negócios. Se em décadas anteriores o setor operava suportado por margens brutas expressivas que absorviam ineficiências de estoque, o cenário atual exige rigor analítico, controle de caixa e giro assertivo de produtos. Para responder ao aumento dos custos operacionais e à taxa de juros que impacta a antecipação de recebíveis, varejistas têm reestruturado sua cadeia de suprimentos: a aposta em um mix diversificado, reposição ágil de produtos de alto giro e a transição do "comprar por amizade" para parcerias baseadas em controladoria e margem líquida real tornaram-se o novo divisor de águas para a sustentabilidade financeira das ópticas.
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