Olá! Tudo bem?
É um prazer imenso estrear como colunista do portal Fique de Olho e compartilhar com vocês um pouco da minha experiência. Meu objetivo é claro: levar a sua ótica para o próximo nível.
Sou Ademar Batista e atuo há mais de 15 anos no segmento óptico, vivendo o mercado na prática e acompanhando de perto sua evolução. Ao longo dessa trajetória, tive a oportunidade de treinar milhares de profissionais, realizando mais de 3.800 treinamentos entre o Brasil e a Europa.

Como consultor, atuei em grandes e pequenas redes, estruturando cultura organizacional, padrões de vendas, liderança e metodologias estratégicas. Minha atuação como mentor é o resultado da combinação entre a vivência real de mercado e diversas formações nas áreas de negócios, comportamento humano e alavancagem de carreira. Essa bagagem me permite enxergar o segmento óptico de forma estratégica, clara e orientada a resultados.
Tudo o que compartilho aqui nasce da prática, da observação e do entendimento de que o mercado óptico oferece oportunidades extraordinárias. Mais do que isso, compartilho o amor que tenho por esse setor — uma área que mudou a minha vida e que pode transformar a realidade de quem decide vencer.
Estar aqui, dividindo essa visão com você, tem um propósito: potencializar seu caminho dentro do segmento óptico, ajudando você a construir seus objetivos com resultados reais.
O gargalo oculto das ópticas: por que o problema não é a falta de clientes, mas a baixa conversão
A maioria das óticas acredita que o problema está no movimento: que falta gente entrando, que o fluxo caiu ou que o mercado está mais difícil. Mas, na prática, o que mais vejo é o contrário. Tem gente entrando; o que não tem é conversão.
E isso muda completamente o jogo. Uma ótica que não converte bem começa a tomar decisões erradas: investe mais em tráfego, aumenta custos, cria promoções… quando, na verdade, o problema está dentro da loja. Está no atendimento, no processo e na falta de método.
Venda no setor óptico não é sorte, é condução.
Se o cliente entra e sai sem comprar, alguma etapa falhou:
- Não houve conexão;
- Não houve diagnóstico;
- Não houve direcionamento.
E, principalmente, não houve liderança sobre o processo de venda. Quem atende precisa entender que não está ali apenas para mostrar armações; está ali para conduzir uma decisão.
Aplicação prática:
A partir de hoje, comece a acompanhar os indicadores:
- Quantas pessoas entram na sua ótica e quantas, de fato, compram?
- Quantos orçamentos são realizados e quantos são convertidos?
- Quantos treinamentos você realiza com o seu time de vendas?
- Como está a cultura da sua ótica?
Esses números vão te mostrar a verdade que o faturamento esconde. Afinal, aumentar o faturamento sem melhorar a conversão exige um esforço dobrado.
No próximo tema, vamos aprofundar exatamente nisto: como transformar atendimento em venda real.
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