Pupilômetro físico não é exigência legal e setor óptico discute precisão, tecnologia e interpretação das normas
O avanço das tecnologias digitais redefine a rotina das ópticas brasileiras e gera debates sobre a interpretação de normas sanitárias. Embora o setor discuta a precisão entre métodos físicos e digitais, a legislação atual não exige o uso de pupilômetros analógicos, priorizando a acuracidade técnica e a proteção de dados dos consumidores (LGPD).
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